Terapia Capilar

Prevenção e tratamento de doenças relacionadas aos cabelos e ao couro cabeludo

Terapia Capilar Innovare Saúde

A terapia capilar consiste em métodos de prevenção e de tratamento de doenças relacionadas aos cabelos e couro cabeludo, na tentativa de minimizar agressões externas e corrigir eventuais desequilíbrios causados por procedimentos químicos. Os principais tratamentos da terapia capilar são tônicos tópicos, shampoos especifícos, máscara de argila, massagem capilar, peeling capilar, microagulhamento, fotobioestimulação e vitaminas via oral.

A escolha de qual método será utilizado depende do diagnóstico. Esse diagnóstico deve ser feito por especialista em tricologia, onde será feita a tricoscopia do couro cabeludo.
A terapia está indicada para quem deseja melhorar o aspecto dos fios (cabelos porosos, opacos, quebradiços etc) ou até mesmo tratar caspa (dermatite seborréica), coceira, queda, falha e sensibilidade do couro cabeludo.

Máscaras de Argila

As máscaras de argila podem ser indicadas em várias situações. Para aquelas pessoas que apresentam muita descamação como caspa, seborréia ou até mesmo psoríase, podemos usar argila verde e rosa. Esses produtos têm propriedades secativas e conseguem administrar a atividade das glândulas sebáceas no couro cabeludo.

Massagem Capilar

A massagem capilar é um método complementar que fornece uma ativação da circulação local através de um estímulo mecânico. Associada a essa massagem podemos utilizar máscaras adequadas que impermeabilizam os fios e ao mesmo tempo nutrem couro cabeludo, sem deixar um aspecto pesado e oleoso.

Peeling Capilar

O peeling capilar é um método exfoliativo em que usamos um shampoo com microesferas. O shampoo é friccionado no couro cabeludo, associado a uma massagem, para remover impurezas e células mortas. Isso deixa o ambiente mais limpo e a circulação mais ativa, promovendo mais saúde no crescimento dos fios.

Fotobioestimulação

O laser de baixa fluência de luz vermelha e a alta-frequência são métodos não invasivos que favorecem a qualidade, a força e a espessura dos fios. Possui ação antinflamatória, acelera a divisão celular e a o crescimento do epitélio. Todos estes efeitos somados levam a diminuição da queda e aumento da fase anágena (fase de crescimento dos fios).

Microagulhamento

Atualmente, a utilização do microagulhamento tem se mostrado uma das técnicas mais requisitadas por profissionais da área da saúde e da estética por ser um grande diferencial para a atuação em procedimentos e, de certa forma, elevar o nível dos tratamentos terapêuticos, melhorando o tempo de resposta do local a ser estimulado e vislumbrando resultados satisfatórios para o profissional e o paciente.

A terapia capilar no tratamento do couro cabeludo tem como objetivo não apenas a síntese de colágeno, que colabora com o crescimento do cabelo devido às substâncias liberadas em sua reação de desenvolvimento. O foco são os fatores de crescimento que estão presentes na fase de crescimento capilar (fase anágena).

Esta técnica consiste em produzir furos minúsculos na pele com objetivo de estimular os fibroblastos, células responsáveis pela produção de colágeno e pela reparação tecidual, sem provocar a danos da pele. Como é observado nas técnicas ablativas, os riscos e o tempo de recuperação são maiores.

Trata-se de um sistema de microagulhas aplicado à pele com o objetivo de gerar múltiplas micropunturas, longas o suficiente para atingir a derme e desencadear, com a injúria provocada, o estímulo inflamatório que resultaria na produção dos fatores de crescimento para reparar o microcanal desenvolvido com as agulhas.

Mecanismo de Cicatrização

Três fases do processo de cicatrização após o microagulhamento podem ser identificadas:

1ª) Injúria:

Liberação de plaquetas e neutrófilos → liberação de fatores do crescimento TGF-α e TGF-β, de fator do crescimento derivado das plaquetas (PDGF), de proteína III ativadora do tecido conjuntivo e de fator do crescimento do tecido conjuntiva → ação em queratinócitos e fibroblastos.

2ª) Cicatrização:

neutrófilos são substituídos por monócitos → angiogênese, epitelização e proliferação de fibroblastos → produção de colágeno tipo III, de elastina, de glicosaminoglicanos e de proteoglicanos. Paralelamente, o fator de crescimento dos fibroblastos, o TGF- α e o TGF-β são secretados pelos monócitos. 5 dias apóa a Injúria: matriz de fibronectina está formada → depósito de colágeno logo abaixo da camada basal da epiderme.

3ª) Maturação:

Colágeno tipo III → substituído pelo colágeno tipo I, mais duradouro, persistindo por prazo que varia de cinco a sete anos.

Esta técnica, também chamada de indução percutânea de colágeno, apresenta diversas indicações, sendo as principais a flacidez cutânea, as cicatrizes de acne, as estrias e as alopecias não cicatriciais, como eflúvio telógeno (ET), alopecia areata (AA) e, mais especificamente, a alopecia androgenética masculina e feminina (AAG), pois esta possui um percentual de quadros clínicos frequentes e em ascensão, causando uma perda qualitativa e quantitativa dos fios, e devido à presença dos fatores de crescimento promoverem uma contribuição significativa para o tratamento.

A Alopecia Androgenética, também conhecida como calvície, é a causa mais comum dentre os homens com maior impacto visual e, em percentual, atingindo cerca de 95% dos casos de queda capilar, conhecida como queda padrão masculina.

O grupo feminino não fica livre dessa disfunção, mas a evolução é menos acelerada e o formato do seu desenvolvimento é diferente, devido à presença dos receptores androgênicos ser menor nas mulheres, e junto à presença da enzima 5-alfa-redutase, que converte testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), principal hormônio que faz o processo de miniaturização dos fios.

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